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Aprendizes de Chef de cozinha do Magno visitam Mercado Municipal


Alunos da Mecatrônica montam pista eletrônica para campeonato de carro solar


Numa prova de veículos, o carro sempre é a atração principal. O que ninguém sabe é que a pista é fundamental, especialmente numa prova em que o campeão é avaliado pelo grau de eficiência tecnológica. É isso o que está acontecendo agora nas aulas de Mecatrônica, na qual os alunos trabalham para desenvolver a pista para o campeonato de carros movidos a energia solar, em novembro.

Os alunos do Curso Eletivo de Mecatrônica dividiram-se em grupos e cada um deles se responsabilizou por um aspecto diferente da pista eletrônica e dos carros solares.

O trabalho começou no computador. Utilizando o programa Robolab, os alunos fizeram o design gráfico e o grupo de pintores cuidou de elaborar a pintura pneumática, utilizando ar comprimido. Os “marceneiros” da turma cortaram a madeira, prepararam os trilhos e canaletas por onde vão passar os carros.

A pista conta também com sensores de toque na linha de chegada, para definir o carro campeão, e também sensores de luzes que avisam o momento certo da largada. Todos os alunos tiveram uma importante função na realização do projeto, não só colocando a criatividade e o trabalho manual em prática, mas também fazendo um diário de bordo, fotografias e reportagens.

Alunos da 4ª série do Fundamental - Na disciplina de Ciências, os alunos da 4ª série estão estudando tipos de energia e variáveis, como peso, potência, quantidade de energia, relação de engrenagens, etc. Por isso, divididos em grupos de 3 alunos, eles construíram a carroceria de um carro movido a energia solar, fator determinante para o rendimento aerodinâmico.

 
Durante o mês de outubro, os alunos participam de um campeonato entre os grupos da própria classe, para que o vencedor a represente no campeonato final, que acontecerá na Unidade Sócrates, em novembro.
 

       


Alunos do curso eletivo de Gastronomia invadem a Cozinha do Descobrimento
           
Uma aula teórica sobre a chegada dos portugueses ao Brasil e suas influências na culinária do País deu o “start” ao tema que será abordado durante todo o bimestre nas aulas de Gastronomia.

Paramentados com aventais e toucas, os alunos arregaçaram as mangas e foram para a cozinha experimental.

Entre ingredientes e temperos utilizados pelos índios e os condimentos trazidos pelos portugueses, os “chefes de cozinha” descobriram as maravilhas de um alimento básico, utilizado pelos índios e presente até hoje na gastronomia das regiões Norte e Nordeste do Brasil: a mandioca. E ela veio acompanhada de pimenta malagueta, azeite de dendê, queijo coalho e coentro, presentes na maioria dos pratos dessas regiões.

Corta, pica, amassa, enrola, mistura! O trabalho foi intenso, mas bem recompensado. No final da aula, os alunos puderam saborear as delícias produzidas por eles: bolinhos de mandioca, moqueca de cação com pirão de farinha de mandioca e o famoso escondidinho de carne seca.


     



Um olhar gastronômico sobre o Núcleo Ambiental do Magno
    

O Núcleo Ambiental do Magno/Mágico de Oz é um espaço ideal para vivências, estudos sobre a natureza, pesquisas interdisciplinares... e também para aprender mais sobre gastronomia. É verdade! Recentemente os alunos do curso Princípios de Gastronomia e Hotelaria, da 1ª série do Ensino Médio, foram ao Núcleo para ampliar sua visão sobre a culinária e a alimentação.

Lá eles puderam ver bem de perto alguns tipos de animais utilizados na gastronomia mundial, como o coelho e o pato, ingredientes principais de muitos pratos da requintada cozinha francesa, por exemplo.No Núcleo, os alunos também puderam conhecer e comparar diferentes temperos, bem como aprender sobre a história de sua utilização na culinária. Você sabia, por exemplo, que na Idade Média muitas especiarias eram utilizadas para disfarçar o gosto de alimentos deteriorados, quando não havia formas eficientes de refrigeração e conservação dos alimentos?

 Outros aspectos importantes da gastronomia também foram abordados: os cuidados no preparo das carnes de carneiro e cabrito, a tradição (vinda dos Estados Unidos) de utilizar a carne de peru como prato principal no Natal, os queijos de cabra e ovelha, a criação de gansos para produzir o “Foie Gras”. A aula foi uma prévia para um trabalho que os alunos farão sobre os diferentes cortes de carne, animais exóticos, temperos e especiarias. Só de pensar já dá água na boca!