Ano Internacional de Cooperação pela Água

 

 





O Ano Internacional de Cooperação pela Água está a todo vapor no Magno/Mágico de Oz. Da Educação Infantil ao Ensino Médio, atividades práticas e aulas especiais sobre o tema ganham destaque no conteúdo pedagógico e reforçam a proposta da Unesco de trabalhar a água ao longo de 2013.

Mostra UNESCO

Sustentabilidade, conhecimento e cooperação na prática

 

 

Pai e filho construíram juntos uma parede de taipa e conheceram o passo a passo da técnica sustentável. A poucos metros, professoras e alunos prepararam uma receita de sorvete e explicaram os estados físicos da água. Em outro ambiente, os alunos do Ensino Médio protagonizaram uma “mágica”: ao absorverem a água do copo produziram neve artificial. Esses são só alguns exemplos das atividades que agitaram a Mostra UNESCO, no dia 23 de novembro, na unidade Sócrates.

No espaço reservado para a Educação Infantil, a criatividade e o encantamento deram um tom mais colorido ao evento. Em cada produção dos alunos era possível identificar alertas sobre o uso sustentável da água. E como não se sensibilizar com as mensagens e dicas escritas pelo Alfa? Um painel interativo para escutar diferentes sons da água, também, fez a alegria de crianças e adultos.

Outro destaque foi a Cidade Submarina construída nas aulas de Robótica, que apresentou diferentes opções de energia alternativa. E sobrou emoção na piscina com uma atividade para salvar as baleias, ou melhor, robôs! O espaço, ainda, reproduziu a Represa de Guarapiranga e exibiu o documentário produzido pelos alunos do 9º ano durante pesquisa de campo na região.

 

O visitante, também, teve a oportunidade de ler revistas eletrônicas escritas pelos alunos do 8º ano e conferir matérias sobre agrotóxicos, arsênio e a química da água.

Um quiz sobre a produção de lixo trouxe mais conscientização e a oportunidade do participante “compensar” seus hábitos com o plantio de sementes que foram entregues ao final da atividade.

A análise de diferentes amostras de água, saneamento básico, dessalinização e eletrólise da água, a divisão do recurso no mundo, a Declaração Universal dos Direitos da Água e até reproduções do Aquífero Guarani e do Chafariz de São José de Botas, em Tiradentes, ganharam espaços privilegiados. A mostra do conhecimento ainda contou com uma obra de arte inédita da artista plástica, Andrea Laybauer, que foi produzida em parceria com os alunos do 6º ano.

Para finalizar, boa música e cultura levantaram o ginásio. As orquestras do Magno e da Casa do Zezinho fizeram uma bela homenagem a Vinicius de Moraes e também ao Ano Internacional de Cooperação de Água, com canções sobre o tema, como Águas de Março, Peixe Vivo e Asa Branca. E, ao final, acompanharam o coral dos alunos do 2º ano com algumas canções e momentos de muita emoção, como a interpretação de A Paz, versão original de Heal The World, de Michael Jackson.

           

 
     

 
  

Arte sustentável

Da Bienal Internacional de Arte Contemporânea para o Magno: Andrea Laybauer compartilha técnica que transforma gotas em escultura

Os alunos do 6o ano do Ensino Fundamental receberam a visita da fotógrafa e artista plástica Andrea Laybauer, no dia 23 de outubro. Premiada na 8a Bienal Internacional de Arte Contemporânea de Florença e na 9a Bienal Internacional de Arte Contemporânea de Roma, a profissional tem chamado a atenção com a técnica splash, que registra o exato momento de choque entre a gota de água e uma superfície líquida. O resultado é uma escultura de água que possibilita diversas leituras.

Como o tema tem tudo a ver com o Ano Internacional de Cooperação pela Água, proposto pela Unesco, a artista foi convidada para falar sobre sua vida, obra e paixão pela macrofotografia. No bate-papo, a turma perguntou sobre o mercado de arte, novos projetos e também colocou a mão na massa.

Durante a dinâmica, uma pequena garrafa redonda foi usada para simular a gota e mostrar que certas propriedades da água ajudam a visualizar diferentes imagens e, nesse caso, as gotas funcionam como lupas e invertem a cena que está atrás.

O encontro marcou uma importante parceria com a artista plástica, que aplicará a sua técnica em uma produção feita pelos alunos na aula de Artes. A obra de arte inédita será exibida na Mostra Unesco, programada para o dia 23 de novembro. Aguardem!

Saiba mais: 26 obras da artista podem ser vistas na exposição Gotas, no Espaço Cultural BM&F Bovespa.

     

  

 

Pesquisa de campo

Turmas do 9º ano realizam visita técnica à Represa de Guarapiranga

 
No Ano Internacional de Cooperação pela Água, proposto pela Unesco, todo conhecimento sobre o tema é bem-vindo. Por isso, não basta apenas pesquisar nos livros, em sites especializados, ou realizar atividades no Laboratório e em sala de aula. Também é preciso conhecer de perto uma realidade que está bem do nosso lado: a Represa de Guarapiranga.

Os alunos do 9º ano do Ensino Fundamental II sabem muito bem disso e foram a campo e a bordo de um veleiro descobrir o que há por trás da Região de Guarapiranga: ocupação desordenada, poluição e também os usos e abastecimento de água.

Durante a visita técnica, a turma acompanhou, passo a passo, a simulação do funcionamento de um filtro de água e também se deparou com uma exposição de alguns resíduos retirados da própria Represa, como computadores, estofado, aparelho de TV e até manequins.

As descobertas feitas pelos alunos serão registradas em um documentário que será exibido no dia 23 de novembro, durante a Mostra Unesco.

 

 

      
 

Água sem mistérios

  Alunos realizam experiência para minimizar a falta do recurso no Planeta

 

O clima de cooperação pela água está em alta entre os alunos do 9º ano do Ensino Fundamental II, que seguem a todo vapor com os preparativos para a Mostra Unesco, programada para o dia 23 de novembro. Desta vez, a turma foi ao Laboratório de Física colocar a mão na “massa” e realizar um experimento para demonstrar o processo de destilação da água do mar como uma possível resposta ao problema de falta de água doce.

Os alunos entenderam, na prática, todos os processos de dessalinização da água do mar (destilação, osmose, osmose inversa, eletrodiálise e congelamento) e compreenderam que a destilação é o que mais se aproxima do ciclo natural da água e que corresponde a cerca de metade das instalações existentes. “A realização em ‘micro’ escala de um dessalinizador de água do mar só é possível em um laboratório bem equipado, com instalações modernas e materiais adequados”, observa o professor de Física, Luís Gomes de Lima.

 






 

Durante o experimento também foram constatadas dificuldades do processo, como a quantidade de energia necessária e as incrustações. “A questão do custo necessário à dessalinização não pode ser considerado um problema, já que à medida que o uso da tecnologia é popularizado, o investimento tende a cair”, completa Luís.



               
Do fundo do mar

Observação de polvos e lulas no Laboratório de Ciências

 

Do fundo do mar direto para a aula de Ciências, polvo e lula ganharam destaque entre os alunos do 7º ano do Ensino Fundamental II, que manusearam os moluscos e identificaram características na prática, como o corpo mole dividido em cabeça, pé e massa visceral, e a respiração feita pelas brânquias.

A aula deu continuidade ao estudo dos animais invertebrados e também fez referência ao Ano Internacional de Cooperação pela Água, da Unesco, com a abordagem da conservação da água para a preservação dos moluscos.

 

  
    
    

 
 
 
 
 

Pintura criativa

Água ganha status de estrela principal na aula de Artes                             


Quem está acostumado a ver a água como coadjuvante nas aulas de Artes ficaria surpreso com as produções dos alunos do 2º ano do Ensino Fundamental II, que trabalharam no melhor espírito de cooperação para pintar as paredes e o piso do Magno com água.

A atividade levantou a discussão sobre quanto tempo uma obra de arte deve durar e a importância de registrá-la por meio de fotografias, principalmente, no caso da pintura com água, já que os trabalhos costumam durar apenas alguns minutos. Os alunos também observaram que de acordo com o fundo escolhido a água ganhava diferentes nuances.

 

   

      
 
 
 
 
 


Mostra Unesco

Alunos do 9º ano dão start a documentário sobre a água

A contagem regressiva para a Mostra Unesco já começou para os alunos do 9º ano do Ensino Fundamental II, que começaram a usar as informações adquiridas ao longo do Ano Internacional de Cooperação pela Água, da Unesco, para dar start a um grande projeto sobre o tema.

Mais do que ministrar uma palestra sobre a atual situação da água no mundo ou apresentar uma realidade que está ao nosso lado, a vinda do oceanógrafo Fernando Marinheiro, da Associação Peixe Vivo, ao Colégio Magno, teve um motivo especial: preparar os alunos para a pesquisa de campo na Represa de Guarapiranga, no início de outubro.

 A coordenadora Ligia Brull alerta que a atividade de campo é complexa: “Os alunos não vão passear de veleiro pela Represa. A proposta é coletar amostras de água e outros materiais para análise química, visitar o centro de Triagem de Lixo da Sabesp e participar de um mutirão de limpeza”, explica.

  

É importante reforçar que o local não foi escolhido por acaso. Vários indicadores comprovam a necessidade de ações positivas na Região de Guarapiranga, que envolve três das mais pobres subprefeituras da cidade de São Paulo. Assim, a pesquisa permitirá que os alunos entrem em contato com a ocupação desordenada, poluição, usos e abastecimento da água na Região.

Para fechar o projeto, os alunos produzirão um documentário com avant-première prevista para a Mostra Unesco, no dia 23 de novembro. Aguardem! 


 
 
 
 
Estudo das águas

As águas coletadas pelos alunos do 5º ano do Ensino Fundamental I, durante o Estudo do Meio em Barra Bonita (SP), ganharam espaço privilegiado na aula realizada no Laboratório de Ciências, no dia 24 de junho.

A turma comparou as amostras de diferentes regiões do Rio Tietê (Pirapora do Bom Jesus, Salto e na Fazenda Água Sumida, em Barra Bonita) quanto à turbidez, o pH e o nível de oxigenação. Os “nossos cientistas” perceberam as diferenças entre elas e também tiveram a oportunidade de conferir as informações da água mineral industrializada.

 
 
 
Matemática ajuda a economizar água!

Quem disse que água não tem a ver com a Matemática? A professora Márcia Fleury apresentou aos alunos do 6º ano do Ensino Fundamental II dados estatísticos sobre a distribuição do recurso no mundo, com destaque para o uso, gasto por residência e por pessoa. Além de estimular a reflexão, o conteúdo relacionado ao Ano Internacional de Cooperação pela Água, da Unesco, também ajudou a trabalhar gráficos, porcentagem e a transformação de unidades.

Em outra parte da aula, os alunos aprenderam a interpretar a conta de água, relacionando o valor a pagar e a quantidade de metros cúbicos consumidos. “Nosso objetivo é conscientizar os alunos, familiares e a comunidade para o uso racional desse recurso, fazendo com que sintam necessidade de economizar”, explica Márcia.

O tema ganhou espaço no Investgrana.com (projeto de Educação Financeira, Fiscal e Econômica) em uma atividade na qual os grupos teriam que visualizar os demonstrativos de consumo de uma conta de água e resolver algumas situações-problema como, por exemplo, representar graficamente o consumo médio diário de água e o valor estipulado segundo a ONU, e calcular o valor médio de cada litro de água utilizado em casa, sem considerar os impostos.

   
 
 
De olho no céu para entender a água
Uma aula especial no Observatório Astronômico do Magno

   

Céu estrelado, um cenário perfeito para aprender e refletir sobre os novos conceitos e abordagens da Ciência no Observatório Astronômico do Magno. E foi em busca de conhecimento que os alunos do 6º ano do Ensino Fundamental II dedicaram um tempo especial da noite do dia 6 de maio para ver e ouvir as explicações do astrônomo do Colégio, Rafael Santucci, sobre a formação de planetas e a origem da água – temas que tem tudo a ver com o Ano Internacional de Cooperação pela Água, da Unesco.

Em meio a todo encantamento e curiosidade que cercam o espaço sideral, os alunos compreenderam conceitos importantes, como o fato de que as estrelas nascem do colapso gravitacional de enormes nuvens de gás e que os planetas se formam do resto da formação dessas estrelas. Mas onde entra a água nessa história? Essas nuvens são compostas por muitos elementos e substâncias, inclusive a água em forma de gás.

E não demorou para a turma descobrir como surgiram os oceanos: “A água aprisionada nesses corpos celestes é liberada nos impactos e, no caso da Terra, foi o principal mecanismo responsável pela formação dos oceanos”, explicou o astrônomo.

Também não faltou conscientização sobre o uso da água, com um importante alerta sobre o nosso maior bem: “A água do planeta é a mesma desde a sua formação, mas os humanos têm a tornado imprópria para o consumo em um curto intervalo de tempo, o que compromete sua própria existência no planeta”, completou o especialista.

Ao final, os alunos tiveram “uma noite de astrônomo” e observaram o céu utilizando o potente telescópio do colégio, com capacidade de rastrear milhares de objetos no espaço e promover uma viagem interestelar pelo conhecimento.

      

 
 
Experiência “explosiva”

 

Mais uma vez, a água foi o centro das atenções no Colégio Magno. Acompanhados pela professora Ivana Almeida, os alunos do 6º ano do Ensino Fundamental II foram ao Laboratório de Ciências para entender a eletrólise da água na prática.

Em clima de descoberta, nossos “pesquisadores” perceberam que é possível separar o Hidrogênio e o Oxigênio, mas que a ligação da molécula de água (H2O) é forte e precisa da ajuda de uma corrente elétrica para separá-la.  

Além de compreender como a energia pode quebrar as moléculas, a turma ainda conferiu como os gases se comportam na presença da chama. Ao acender um fósforo e aproximá-lo do tubo de ensaio, a surpresa: uma pequena explosão avisa que o hidrogênio é um gás combustível.

A experiência deu continuidade as atividades relacionadas ao Ano Internacional de Cooperação pela Água, da Unesco, e também faz parte do conteúdo de Ciências do 6º ano, que engloba a formação da água no planeta, seu ciclo e distribuição, entre outros temas.

  
 
 
Águas de Paraty

No retorno do Estudo do Meio em Paraty, no dia 17 de abril, os alunos do 7º ano do Ensino Fundamental II voltaram com mais conhecimento, novas experiências e também amostras de água coletadas de diferentes locais da cidade.

Com o material em mãos, a turma foi ao Laboratório de Ciências do Magno verificar o pH, a quantidade de sais minerais, a condutividade elétrica e a presença de micro-organismos. A ideia da análise, que integra as atividades realizadas em alusão ao Ano Internacional de Cooperação pela Água, é incentivar a comparação de dados e levar a reflexão sobre como o despejo de esgoto nos rios daquela cidade pode interferir na qualidade das águas.

      
  
 
 
 
Missão marinha

Que tal participar de uma verdadeira missão marinha e conhecer os primeiros vertebrados que surgiram na água? Essa foi a proposta da professora Ivana Almeida para os alunos do 7º ano do Ensino Fundamental II, que foram ao Laboratório de Ciências realizar estudos com peixes.

Como verdadeiros cientistas, os alunos estudaram a fundo características e funcionalidades dos vertebrados marinhos. Por ser o Ano Internacional de Cooperação pela Água, da Unesco, o debate sobre a preservação das águas para a sobrevivência dos peixes e outros habitantes do mundo marinho também fizeram parte da discussão.

  
  
 
 
 

Muito além da teoria

No Ensino Fundamental II, a explicação sobre a distribuição de água no planeta não ficou só na teoria. Acompanhados pela professora Ivana Almeida Marques, a turmas de 6º e 7º anos foram ao Laboratório de Ciências reproduzir as porcentagens de água salgada, doce, doce congelada, doce subterrânea e doce potável. A aprendizagem ganhou mais significado com o uso de provetas de diferentes graduações, conta-gotas e corantes.


   
 
 
   
   
Água em evidência

A água esteve em evidência na aula de Física da 2ª série do Ensino Médio. No Laboratório, o professor Ricardo Pante mostrou aos alunos como utilizar a queda d’água para obter energia elétrica e a turma colocou a mão na massa para montar componentes importantes de uma usina hidrelétrica, como o rotor e as bobinas.

 
 
    
 
 
Dia Mundial da Água

Quem já não escutou que pequenas atitudes podem fazer uma grande diferença para o planeta? Ou, então, que a união faz a força? Foi com esse espírito que os alunos do Baby Oz ao Ensino Médio do Magno levantaram uma só bandeira: a cooperação pela água.

 No Dia Mundial da Água (22 de março), o tema fez parte de atividades práticas e aulas especiais. Por trás de cada conteúdo, um objetivo pedagógico: estimular a reflexão e a conscientização sobre esse problema literalmente planetário.

A data também deu start ao Ano Internacional de Cooperação pela Água, declarado pela Unesco. Isso significa que, ao longo de 2013, todos os colégios que fazem parte do Programa de Escolas Associadas da Unesco (PEA-Unesco) terão que desenvolver trabalhos relacionados à cooperação pela água.

Na Educação Infantil, a turma foi designer por um dia na aula de Informática, alterando as cores e o fundo do logotipo do Ano Internacional de Cooperação pela Água. Em uma dinâmica com água, cujo objetivo era encher um aquário com a colaboração de todos, os alunos constataram que se cada um fizer a sua parte é possível alcançar resultados muito significativos.

Já no Ensino Fundamental I, o trabalho com ritmo, flauta e canto foi embalado por “Águas de Março” de Tom Jobim. As crianças assistiram a um desenho animado ambiental e participaram de uma divertida sonorização coletiva aquática.

Os alunos do Ensino Fundamental II e do Ensino Médio assistiram ao vídeo “A garota que calou o mundo por 6 minutos”, que traz um discurso emocionante da canadense Sevem Cullis-Suzuki na Eco 92. Depois, acompanharam a participação de Sevem já como ativista na Conferência Rio + 20, realizada no ano passado.

Vestidos de azul para reforçar a importância da cooperação pela água, os alunos do Ensino Médio cantaram Planeta Água, de Guilherme Arantes, e protagonizaram um momento poético.