Diga não
aos maus hábitos



Relações Multiculturais

Alunos do Jardim II fizeram uma viagem virtual ao Japão, pesquisando e descobrindo hábitos e costumes diferentes dos seus. Aprenderam que as crianças de lá não usam talheres para comer, mas sim hashis (palitinhos que manejam com perfeição).
Apesar dos hábitos alimentares diferentes, os bons hábitos, como respeito à mesa, são os mesmos em qualquer parte do mundo.



Relacionando os hábitos alimentares de diferentes países que vêm sendo trabalhados nas relações multiculturais com uma recente reportagem de TV, os alunos do Pré criaram um texto coletivo e o ilustraram.



Alunos do Pré elaboraram um curioso texto coletivo a partir das informações que colheram nas páginas da Internet.
Hábitos considerados estranhos para alguns povos são absolutamente corriqueiros para outros.
 
Descobrimos algumas curiosidades sobre o "modo de vida" em outros países.
Aprendemos que alguns hábitos à mesa são diferentes e nem sempre o que é considerado "educado", para um país, também o é para outro!

 
Por isso, você sabia que...

- Palitar os dentes após as refeições na Itália significa que gostou da comida. Mas na França e em muitos outros países é um ato de extrema grosseria.

- Na Arábia Saudita, arrotar após as refeições é um sinal de boa educação e de que você ficou satisfeito.

- Grande parte dos indianos e marroquinos têm o hábito de comer com as mãos.
 
Você sabia?

- Na Europa é um hábito comum dividir a mesa com estranhos.

- Um prato de sopa de cachorro na Coréia do Sul é considerado energético.

- Larvas, abelhas e grilos fritos são aperitivos na Tailândia.

- Já em Taiwan e Hong Kong, um dos pratos principais é a cobra frita.

- Na Finlândia, rena ensopada ou frita são pratos comuns.

- No Paquistão homens e mulheres comem separadamente.

- A culinária na Mongólia é exótica, mas não se assuste: um exemplo é a carne de camelo cozida.

 


Costumes de diversos povos são pesquisados, dando às crianças a possibilidade de discutir as diferenças culturais.
 


Na Índia, as pessoas, quando se encontram, juntam as duas mãos sobre o coração e dizem "Namastê" (que quer dizer "o Deus que existe em mim saúda o Deus que existe em você).
 



 

 



 


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