Desenvolvimento Motor

 


Conversando com os Avós
Ninguém melhor que uma vovó (e uma bisa também) para contar e ensinar as brincadeiras do passado.
Quem se habilita?


 

De ontem e de hoje
O Sr. Antonio, pai da aluna Beatriz do Jardim II, mostrou ser um craque no pião e nas bolinhas de gude. As crianças, atentas, aprenderam a lição!



Expressão Corporal
Observar a própria sombra e seus movimentos possibilita a
apropriação progressiva da imagem global de seu corpo.



Jogos e Brincadeiras
Resgatando  brincadeiras do passado, as crianças tiveram a oportunidade de trabalhar aspectos relacionados ao desenvolvimento motor, além de ter uma noção concreta do passado e do presente.

As crianças puderam conhecer brincadeiras como:

Arco de barril
Embora seja conhecido como arco de barril, esse misto de brinquedo e jogo pode ser feito com qualquer tipo de arco: de madeira, de metal ou até mesmo com um pneu velho.
O objetivo é fazer o arco girar pelo chão, mantendo-o em equilíbrio e impulsionando-o com a palma da mão ou com uma haste.

Vai-e-vem
O vai-e-vem permite uma infinidade de atividades e usos, a começar por sua própria confecção.
Garrafas plásticas, tintas coloridas e barbante dão origem a esse brinquedo, que requer excelente coordenação motora.

Toc-toc
O toc-toc é uma versão primitiva das famosas pernas de pau.
Pode ser construído com pequenos cubos de madeira ou até mesmo com latas, seguros com hastes de corda.Com os pés apoiados nos “estribos”, as pessoas podem andar normalmente.
Andar nos “toc-toc” é apenas uma questão de prática e autoconfiança.

Peteca
A peteca é um dos jogos de destreza mais conhecidos em todo o mundo, apreciado tanto pelas crianças como pelos adultos.É geralmente jogada em grupos, mas também se pode jogá-la individualmente.
O princípio básico do jogo é o de que a peteca deve permanecer no ar, lançada de uma pessoa para a outra com a palma da mão, até que um dos jogadores a deixe cair.

Pular corda
Com pequenas variações de região para região, pular corda é uma brincadeira praticada pelas crianças de todo o mundo.
Além de ser uma brincadeira divertida, pular corda é um excelente exercício para manter a forma, muito praticado por atletas.

Bolas de Gude
Feitas de pedra, cerâmica, mármore, vidro ou aço, essas pequenas esferas são parte integrante do mundo dos jogos infantis.
As regras do jogo variam muito de país para país, embora sua forma mais tradicional seja a de colocar as bolinhas em uma série de buracos dispostos a uma mesma distância.

Pião
Existem atualmente dois tipos de pião que são os mais populares em todo o mundo: o de haste longa e o de corda.
Os dois são igualmente divertidos e podem ser lançados em forma de “batalhas” travadas dentro de um círculo, no qual os jogadores lançam seus piões contra os dos seus adversários, vencendo o jogador cujo  pião se mantiver girando no interior do círculo por mais tempo.
 

Bolhas de sabão
O velho passatempo das bolhas de sabão é muito simples e exige pouco material: um recipiente com água, onde se coloca sabão comum ou em pó, e um canudo.
Agita-se bem a água e, em seguida, é só assoprar através do canudo previamente embebido nesse líquido.
O resultado varia conforme a habilidade e a criatividade do assoprador.

Cabo-de-guerra
O cabo-de-guerra surgiu da disputa entre dois grupos, situados cada qual na extremidade de uma corda, separados por uma linha riscada no chão. Cada grupo procura puxar o outro para o seu lado da linha.
 

Bilboquê
O bilboquê é um misto de jogo e brinquedo que teve origem na França, há cerca de 400 anos.
Consiste em duas peças: uma bola dotada de um orifício, e um pequeno bastão, presos um ao outro por um cordão.
O jogador deve lançar a bola para o alto, com um movimento circular, de maneira que, ao cair, a extremidade mais fina do bastão se encaixe no orifício da bola.

Amarelinha
Ninguém sabe onde se começou a jogar amarelinha, uma vez que ela é praticada nos mais diversos países.
Apenas em São Francisco, Califórnia, já foram catalogadas mais de 20 versões diferentes do jogo. As regras também apresentam variações interessantes.
As crianças da Birmânia, por exemplo, jogam amarelinha pulando abaixadas, com as mãos na cintura.

Cinco-marias
Quem nunca ouviu falar nos cinco saquinhos cheios de areia, que, quando jogados para o alto, dão margem às mais diferentes “manobras”?
As “cinco-marias” são um tradicional jogo, normalmente preferido pelas meninas, por exigir destreza, habilidade manual e, principalmente, paciência e delicadeza.

Cavalinho de Pau
Para esta brincadeira, que é feita em duplas, utiliza-se uma vassoura de palha de arroz ou similar. O jogador que representa o cavalo segura o cabo da vassoura, e o outro, que representa o cavaleiro, senta-se na vassoura, colocando os dois pés no cabo e segurando-o com as duas mãos. Os jogadores colocam-se aos pares na linha de partida e, dado o sinal, os cavalos saem correndo, puxando a vassoura, vão até o lugar estabelecido como limite (uma cadeira ou bandeirinha) e voltam à linha de partida.
Vence a dupla que chegar em primeiro lugar, sem o cavalo desatrelar ou o cavaleiro cair da vassoura.


 


              

 

 

 

 


Página inicial do
Colégio Magno